A AUTONOMIA JURÍDICA DA DENOMINAÇÃO DE ORIGEM
 

Índice geral

Apresentação....................................................................................................................... 7

Siglas e Abreviaturas......................................................................................................... 9

Introdução......................................................................................................................... 11

Título I

Das ante-corporações medievais
à globalização do século XXI

Capítulo I

A Antiguidade

1.   O nome geográfico na troca comercial............................................................................. 16

2.   Heterogeneidade de nomes geográficos (relevância comercial)........................................ 21

3.   O modo de tutela da simples indicação de proveniência (jurídico-qualitativamente neutra)            28

Capítulo II

Das corporações medievais à véspera
da revolução industrial: a marca colectiva
e a «denominação de origem controlada»

1.   A Europa entre a Antiguidade e o Renascimento até à fé inabalável na razão humana ou da economia rural ao capitalismo comercial         ............................................................................................................................ 40

2.   A organização corporativa do artesanato, do comércio e da indústria.............................. 46

3... A marca individual e a marca colectiva (o interesse comum da garantia qualitativa)         59

4.   A génese da denominação de origem (controlada)........................................................... 70

5.   O princeps da «denominação de origem controlada»....................................................... 75

Capítulo III

A relevância da revolução industrial

1.   Da revolução industrial ao capitalismo financeiro............................................................ 85

2.   As alterações no domínio da propriedade industrial: breve referência.............................. 91

3.   A indicação de proveniência e a denominação de origem no ordenamento jurídico português.  O caso da denominação de origem Porto   ............................................................................................................................ 95

4.   As outras denominações de origem portuguesas........................................................... 101

5.   O baptismo francês: da «appellation d’origine» à «appellation d’origine contrôlée»............          103

6.   A indicação de proveniência e a denominação de origem na propriedade industrial....... 118

 

6.1.  A tutela resultante da legislação vinícola................................................................ 118

6.2.  A legislação sobre propriedade industrial.............................................................. 127

 

7.   A evolução da indicação de proveniência e da denominação de origem nas convenções internacionais (remissão)                      132

Capítulo IV

A era da revolução tecnológica
e da comunicação: a denominação de origem
e a indicação geográfica
versus marca

1.   A era da revolução tecnológica e da comunicação — a post-internacionalização........... 133

2.   A indicação de proveniência e a denominação de origem no ordenamento jurídico português (continuação)                                149

3.   A indicação de proveniência e a denominação de origem na propriedade industrial (continuação)                158

 

3.1.  A tutela resultante da legislação vinícola................................................................ 158

3.2.  A legislação sobre propriedade industrial.............................................................. 169

 

4.   A evolução da indicação de proveniência e da denominação de origem nas convenções internacionais                        171

 

4.1.  O princípio da dependência da denominação de origem e da indicação geográfica                238

 

5.   A denominação de origem e a indicação geográfica versus marca................................. 241

 

5.1.  Uma breve aproximação........................................................................................ 241

5.2.  Os modelos de tutela............................................................................................. 306

5.3.  Os conflitos........................................................................................................... 332

 

6.   A denominação de origem, a indicação de proveniência e a indicação geográfica: globalização e integração europeia                  396

.

Capítulo V

Os princípios estruturantes do acordo TRIPS:
um contributo para a liberalização do comércio
mundial.  A trapaçadora pedra angular
das indicações geográficas

1.  Do liberalismo ao nacionalismo...................................................................................... 416

 2.  Origem da Organização Mundial do Comércio (OMC)................................................. 419

 3.  Génese do acordo sobre os aspectos dos direitos de propriedade intelectual relacionados com o comércio (TRIPS)                    439

 4.  Princípios e regras gerais............................................................................................... 467

 5.  Princípio do tratamento nacional.................................................................................... 476

 6.  Princípio do tratamento da nação mais favorecida.......................................................... 481

 7.  A relevância da inserção destes princípios na propriedade intelectual enquanto elemento de um sistema de comércio multilateral              ......................................................................................................................... 483

 8.  Esgotamento dos direitos de propriedade intelectual...................................................... 485

 9.  Aplicação efectiva......................................................................................................... 502

10.  O acordo TRIPS no post Ciclo do Uruguai.................................................................. 508

11.  A «exportação» de um modelo — consequências económicas..................................... 541

12.  A trapaçadora pedra angular das indicações geográficas.............................................. 553

13.  A relação da marca com a indicação geográfica no acordo TRIPS............................... 594

Capítulo VI

Integração Europeia: a denominação de origem
e a indicação geográfica como instrumentos
ao serviço da realização do mercado comum
e da política agrícola comum

 1.  O princípio da territorialidade dos direitos de propriedade industrial e a liberdade de circulação de mercadorias                          610

 2.  As dificuldades da Política Agrícola Comum (PAC).  Uma alternativa: as denominações de origem e as indicações geográficas              ......................................................................................................................... 637

Título II

Os elementos estruturantes da denominação
de origem

Capítulo I

Proveniência geográfica:
a demarcação político-económica

 1.  Os critérios da demarcação: as fronteiras instáveis........................................................ 660

2.   Os outros como exemplo............................................................................................... 669

3.   Os interesses voláteis da demarcação ou o princípio da elasticidade territorial............... 673

4.   A elasticidade da demarcação e a caducidade da denominação de origem...................... 678

Capítulo II

Qualidade: o elemento controverso
e (in)subsistente

1.   A função de garantia e de certificação............................................................................ 681

2.   A função de garantia na denominação de origem........................................................... 732

3.   A qualidade do produto ou do serviço........................................................................... 745

4.   A subsistência da função de garantia qualitativa na denominação de origem e na indicação geográfica                         751

 

4.1.  O princípio supletivo da garantia qualitativa.......................................................... 751

4.2.  O princípio essencial da profundidade qualitativa.................................................. 753

Capítulo III

Conexão com o território:
o elemento autonomizante e invisível

1.   Os critérios da conexão (o conteúdo do terroir)............................................................. 777

2.   A essencialidade da conexão.......................................................................................... 789

3.   A invisibilidade da conexão ou a comunicação simbólica.............................................. 797

4.   A garantia da conexão ou a evidência do terroir............................................................. 807

Capítulo IV

Controlo e certificação:
auto ou hetero-regulação

1.   A objectividade.............................................................................................................. 813

2.   A independência............................................................................................................ 817

3.   Auto ou hetero-regulação: os interesses em presença.................................................... 818

Capítulo V

Titularidade colectivística:
a natureza jurídica

1.   Direito de propriedade................................................................................................... 843

2.   Propriedade colectivística............................................................................................... 882

 

Título III

Alguns princípios autonomizantes

Capítulo I

O princípio da distintividade
(uma autónoma conformação)

1.   O princípio da distintividade.......................................................................................... 921

2.   Uma conformação externa (similar a outros sinais distintivos do comércio?)................ 924

3.   Uma conformação interna (a função de garantia qualitativa).......................................... 926

4.   Uma autónoma conformação do princípio..................................................................... 928

Capítulo II

O princípio da verdade (a sua essencialidade)

1.   O princípio da verdade................................................................................................... 930

2.   Uma verdade diferente das outras?.............................................................................. 1003

3.   A essencialidade da verdade — uma extensão da verdade........................................... 1013

4.   Homonímia: a insustentável verdade da existência do local…..................................... 1016

Capítulo III

O princípio do exclusivismo (uma necessária
revisão do princípio da especialidade)

1.   O princípio da novidade ou da especialidade............................................................... 1025

2.   A amplitude sinalética do ius prohibendi..................................................................... 1043

3.   A elasticidade merceológica do ius prohibendi............................................................ 1081

4.   A confundibilidade...................................................................................................... 1086

5.   Uma necessária revisão do princípio da especialidade................................................. 1126

Capítulo IV

O princípio do esgotamento do direito

1.   A fronteira da tutela..................................................................................................... 1138

2.   O reacondicionamento e a reetiquetagem de produtos com marca (uma perspectiva no direito comunitário)                 1140

3.   O reacondicionamento e a reetiquetagem de produtos com denominação de origem (uma perspectiva do direito comunitário)                    1151

4.   Uma nova fronteira...................................................................................................... 1152

Capítulo V

O princípio da supervivência (a negação
da degenerescência)

1.   A degenerescência....................................................................................................... 1155

2.   A supervivência........................................................................................................... 1215

3.   A revivescência............................................................................................................ 1218

Capítulo VI

A delimitação merceológica
(a potencialidade da figura)

1.   O âmbito tradicional de aplicação................................................................................. 1225

2.   Outros produtos........................................................................................................... 1228

3.   Os serviços.................................................................................................................. 1238

Título IV

Uma simbologia de prestígio

Capítulo I

O prestígio e a marca de prestígio

1.   A função publicitária da marca..................................................................................... 1245

2.   Marca notória e marca de prestígio.............................................................................. 1250

3.   A tutela ultramerceológica na marca............................................................................. 1269

Capítulo II

A denominação de origem de prestígio

1.   O prestígio nas denominações de origem..................................................................... 1302

2.   Causas determinantes do prestígio............................................................................... 1307

3.   A atitude da jurisprudência.......................................................................................... 1311

 

3.1.  Jurisprudência estrangeira................................................................................... 1311

3.2.  Jurisprudência comunitária.................................................................................. 1325

3.3.  Jurisprudência nacional....................................................................................... 1341

 

4.   A resposta do legislador: a consagração da tutela ultramerceológica nas denominações de origem                               1350

5.   Uma nova fronteira jurídica para a protecção da denominação de origem de prestígio                   1371

Capítulo III

Consequências jurídicas e económicas
— o merchandising

CONCLUSÃO................................................................................................................. 1381

BIBLIOGRAFIA.............................................................................................................. 1387

ÍNDICES

 

Índice de Assuntos...................................................................................................... 1457

Índice Geral................................................................................................................. 1469